Em 2012, apenas 70,3% dos domicílios urbanos brasileiros tinham acesso a saneamento adequado,

segundo a Síntese de Indicadores Sociais (uma Análise das Condições de Vida dos Brasileiros, divulgada pelo IBGE). Apesar disso, as casas legislativas, os tribunais, os ministérios, autarquias, fundações e organizações vinculadas à administração pública têm os serviços de água e esgoto executados com excelência.

Em 2013, a União desembolsou R$ 496 milhões com água e esgoto. Houve aumento real de R$ 7 milhões em relação a 2012, ao se considerar os valores constantes, atualizados pelo IGP-DI, da FGV. Dos 38 órgãos superiores da administração federal, apenas nove diminuíram as despesas com água e esgoto no ano passado. Dentre eles, as Pastas que mais atenderam a essa causa foram o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o Ministério das Comunicações, o Ministério Público da União e a Câmara dos Deputados, que reduziras as despesas em R$ 812,3 mil, R$ 655,1 mil, R$ 534,3 mil e R$ 370,6 mil, respectivamente.

O Poder Executivo, que é formado pela Presidência da República e os ministérios, totalizou a conta para abastecimento dos órgãos em R$ 472 milhões. O Poder Judiciário, composto pelos Tribunais e o Conselho Nacional de Justiça totalizou R$ 34,6 milhões. Já o Poder Legislativo, formado pela Câmara, Senado e o Tribunal de Contas da União chegou a gastar cerca de R$ 9,3 milhões.

O Ministério da Defesa foi o órgão com maior dispêndio em serviços de água e esgoto por duas vezes consecutivas. No ano passado, os gastos chegaram a R$ 129,8 milhões, enquanto que em 2012 foram de R$ 116,6 milhões.

Fonte: direitocidadao.com.br

Published On: 28/01/2014Categories: Gerais

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