Riscos a mananciais e nascentes, devido à poluição, ao impacto de obras públicas e às ocupações irregulares. E, além disso, dificuldades na liberação de recursos para que os

comitês de bacias hidrográficas concretizem projetos e ações. Essas foram algumas das questões que o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica dos Afluentes Mineiros dos Rios Preto e Paraibuna (PS1), Matheus Machado Cremonese, destacou na audiência pública que a Comissão Extraordinária das Águas da ALMG realizou, na segunda-feira (14/10/13), em Juiz de Fora, Zona da Mata.

Matheus detalhou a estrutura e o trabalho do comitê, lembrando que a Bacia Preto/Paraibuna atende a 700 mil habitantes, ocupando uma área de mais de 7 mil km². Ele alertou para o impacto da poluição difusa (proveniente de agrotóxicos, lixo, óleo, queimadas e outros poluentes) e também daquela causada pelo derramamento de esgoto, ressaltando que apenas Juiz de Fora tem estação de tratamento (abrangendo 10% do esgoto).

Os demais municípios da bacia ainda não tratam os resíduos sanitários dispensados nas águas, embora a maioria deles já tenha recebido o plano de saneamento elaborado por meio do Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica dos Rios Preto e Paraibuna (Ceivap) – que abrange comitês de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, em parceria com a Associação Pró-Gestão das Águas da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (Agevap).

Fonte: direitocidadao.com.br

Published On: 17/10/2013Categories: Gerais

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