Importantes parques como o da Serra do Rola Moça, do Sumidouro e a Serra da Moeda – descritos em documentos oficiais como áreas de proteção integral e de uso sustentável

–, podem ter hectares excluídos das unidades de conservação por falta de investimento em infraestrutura.

A situação, no entanto, não seria muito diferente da realidade de hoje. A maioria das áreas protegidas (mais de 426 mil hectares) só existe no papel, já que apenas 30% das unidades de conservação estão regularizadas, conforme diagnóstico divulgado ontem pelo Ministério Público de Minas Gerais.

O valor disponível para investimento nas unidades de conservação, até abril deste ano, era de mais de R$ 111 milhões, arrecadados

por meio de compensação ambiental de empreendimentos licenciados. Entretanto, teriam sido gastos somente R$ 5 milhões no ano anterior. “Isso mostra um completo descaso da Semad.  O Estado não estaria aplicando os recursos corretamente.

Published On: 25/06/2013Categories: Gerais

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