Pela decisão, ela ainda deverá ficar inelegível por oito anos.

Segundo apurou o MPMG, a prefeita cassada utilizou, ilegalmente, dias antes da eleição de 2012, cerca de R$ 1,8 milhão do extinto Fundo de Aposentadoria e Pensão do Servidor Público Municipal de Carmo do Rio Claro (Fapem) para pagar férias vencidas a 301 servidores públicos da cidade.  A medida adotada pela ex-prefeita contrariou uma decisão da Justiça Federal, que determinou o uso do fundo para pagar complementações previdenciárias dos servidores do município. Para a Promotoria de Justiça de Carmo do Rio Claro, o descumprimento da decisão judicial e o pagamento de férias atrasadas foram usados a fim de conseguir votos para a reeleição da prefeita. Carmo do Rio Claro possui cerca de 20 mil habitantes e 15 mil eleitores. Nas eleições de 2012, três candidatos concorreram ao cargo de prefeito. A prefeita da cidade foi reeleita com um total de 4.864 votos, 475 a mais do que o segundo colocado. Para o MPMG, a indenização de férias atrasadas, em período que antecedeu as eleições, fez a diferença na hora de reeleger a candidata.

Published On: 05/06/2013Categories: Gerais

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